quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Too many bruises


"You told me if we ever collide again, you would melt my brain a million times, and have too many bruises from too much kissing, and the only pain would be from too much missing"

Hits Me Like a Rock - CSS

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Conte ao seu travesseiro



Aquilo que você nunca fala pra ninguém. Aquilo que você percebeu, aquilo que te incomodou, aquilo que te fez feliz.

As suas impressões, os seus pensamentos, o que você acha sobre alguma coisa ou alguém.

Aquela pessoa por quem você secretamente nutre um sentimento especial. Aquela vontade de jogar tudo pro alto e dizer “que se dane o mundo”.

Tudo é grande demais para ser contado a alguém, ao mesmo tempo em que é pesado demais para ser guardado dentro de você.

O único que sabe de tudo é o seu travesseiro. É aonde você deita a sua cabeça e conta os seus piores pensamentos e as suas melhores tragédias. É o único que não vai te julgar; é o único que vai te escutar.

Converse com o seu travesseiro. Ele já sabe de tudo mesmo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A primavera chegou :)


A gente não repara na primavera porque estamos concentrados em outras tantas coisas que já não faz mais diferença em qual estação do ano estamos. Mesmo assim, ela continua sendo a melhor e mais gostosa época do ano.

Primavera é quando as flores ficam gentis e os pássaros resolvem acordar dez minutos mais cedo para aproveitarem mais o dia. As pessoas seguem o exemplo das flores e todas as outras coisas seguem o exemplo dos pássaros.

Esta é a estação do ano em que as pessoas resolvem deixar você se sentar no lugar delas no ônibus, pegam o papel que você deixou cair no chão, elogiam sua roupa, te cumprimentam com um abraço, dizem “bom dia” com um sorriso e não se importam com o vento atrapalhando o cabelo.

E também, os casais se acertam. Eles decidem ficar juntos e aproveitar o restinho de inverno que invade o início da primavera para ficarem debaixo do cobertor comendo chocolate. Ou então decidem que é melhor eles se separarem e tudo termina com um abraço e um beijo na bochecha.

Sem contar que o clima de transição entre inverno e verão é aquele apropriado pra você usar aquela sua blusa de meia manga que você sempre reclamou que nunca dá pra usar. É o ideal para tomar um sorvete sem sentir frio e tomar uma sopa sem sentir calor. É um tempo em que o meio-termo não fica te pedindo para decidir logo um lado: você pode pensar o que você quiser porque é primavera.

Primavera é a estação do ano em que você pede perdão e é perdoado, por mais terrível, ou por mais simples que tenha sido o seu erro. Se você pediu desculpas ou desculpou alguém, parabéns, você foi contagiado pelo espírito da primavera.

Além disso tudo, ela é a estação que antecede toda a agitação e alegria do verão. Se você passou o inverno inteiro se preocupando com sua quantidade de casacos ou com os meninos que passam frio dormindo na praça, a primavera chega para te aliviar. E se você passar a primavera inteira preocupado com os insetos que não te deixam dormir, o verão vai chegar também pra te aliviar.

E é por isso que eu amo a primavera. Ela te oferece opções e você pode escolher todas elas ao mesmo tempo. É o fim do frio e a espera pelo calor. É quando as pessoas decidem que pra ser agradável é preciso cheirar a gentileza das flores e espalhar seus polens por aí.

sábado, 24 de setembro de 2011

Cartas Para Julieta


“Cartas para Julieta” é um filme sobre o tempo. Uma coisa que se misturada com distância resulta em saudade.

Sophie (Amanda Seyfried) viaja para a Itália em uma “pré-lua-de-mel” com seu noivo, que não está tão interessado assim em ter uma viagem romântica com ela. Em Verona, a cidade protagonista do romance mais famoso de todos os tempos, “Romeu e Julieta”, Sophie conhece as “secretárias de Julieta”, que recebem cartas de mulheres apaixonadas e as respondem com conselhos e votos de felicidade. Interessada no trabalho das mulheres, Sophie acaba descobrindo uma carta enviada há cinquenta anos que não tinha sido respondida. Ela resolve respondê-la e acaba conhecendo Clair, a mulher que a escreveu. As duas então embarcam em uma busca para encontrar o antigo amor de Clair e contam com a ajuda de seu neto, Charlie. A princípio, Sophie e Charlie tem suas divergências, mas acabam descobrindo que um sentimento forte está nascendo entre eles.

Todo a história pode ser sintetizada em uma única frase, que é clichê e bobinha, mas que se você parar pra analisar, ela diz muita coisa: “nunca é tarde para amar”.

Amar no sentido de dizer o que você está sentindo. Tem coisa mais egoísta que amar alguém e não dizer isso à pessoa? Amor é um sentimento que precisa ser compartilhado, mesmo que não seja correspondido. Acho que esse é o propósito do amor.

E o mais legal do filme é que Clair e Sophie não desistem desse propósito e ensinam pra gente que não é o tempo, nem a distância, e nem os dois juntos combinados, que são capazes de fazer a gente desistir de quem a gente gosta de verdade.

Acho que a gente pode expandir o tema do filme e avaliar toda essa coisa de tempo e distância pensando não só por quem a gente se apaixona, mas também em todos os níveis de relacionamento. A gente sente falta de um parente, de um amigo... E o que faz a gente não desistir deles é porque sabemos que mesmo longe e mesmo depois de muito tempo sem se ver, eles desejam que a gente esteja bem.

“Cartas para Julieta” é dirigido por Gary Winick, o mesmo de “Noivas em Guerra” e “De Repente 30”. A trilha sonora conta com “Love Story”, da Taylor Swift, e “You Got Me”, da Colbie Caillat. Deu pra sentir o clima romântico e fofo, não é?
Sophie: Can you move?
Charlie: Only my lips.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Professora sem classe



De todos os filmes que estão atualmente em cartaz, tenho vontade de assistir todos. E a minha maratona cinemística começou com “Professora Sem classe”.

O filme é estrelado por Cameron Diaz, no papel de Elizabeth Halsey, a professora boladona que só dá aula porque tem que fazer algo da vida. Após o seu marido pedir o divórcio ela embarca numa busca pelo próximo cara que a irá sustentar. Nisso, ela encontra Scott Delacorte (Justin Timberlake) e decide que para conquistá-lo precisa colocar silicone. Ela começa a arrecadar fundos para seus “novos seios” de diversas formas. Uma delas exige que ela seja uma excelente professora e seus alunos tirem ótimas notas em um exame, para ganhar um prêmio em dinheiro.

Pelo trailer, parecia ser muito mais legal. O filme tem lá suas cenas engraçadinhas e não vou dizer que não dei boas risadas no cinema. Mas eu esperava muito mais. Não simpatizei com a personagem principal e desde o início não achei que ela merecia alcançar seu objetivo. É claro que o final do filme tem sua parte “redentora dos pecados”, onde Elizabeth ajuda um de seus alunos e vira “boazinha”. Acho a Cameron Diaz uma excelente atriz tanto em drama, quanto em comédia e ação. Mas essa definitivamente não foi uma de suas melhores e memoráveis personagens de comédia.

Acho que o fato de eu não ter gostado muito tem alguma coisa a ver com a fase “romântica e desiludida” pela qual eu estou passando. Então ultimamente tenho preferido filmes de romance ou comédia-romântica. Mas pra quem quer curtir um filme animadinho com os amigos, “Professora Sem Classe” é uma ótima pedida.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

(500) Dias Com Ela



“(500) Dias Com Ela” é mais um filme fofo e lindo pra entrar na sua lista dos filmes de romance mais legais do mundo!

O filme conta a história de Tom (Joseph Gorgon-Levitt), um cara que se apaixona pela incrível Summer (Zooey Deschanel). Eles se conhecem no trabalho e acabam descobrindo que têm muitas coisas em comum. Porém, Summer não é uma garota como qualquer outra. Ela tem atitude, não tem medo de dar sua opinião e é controversa. Muito controversa. Juntos, os dois se divertem de um modo adolescente, vivem um amor lindo e de repente... BAM, Summer não gosta mais de Tom.

Achei a personalidade da Summer muito interessante, principalmente porque reparei que ela tem um quê de Clementine Kruczynski, a protagonista de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (filme que, aliás, eu acho incrível). “You know me, I’m impulsive” – a frase que Clementine usou para se definir – serve perfeitamente em Summer. Claro que as duas tiveram motivos diferentes que desencadearam as crises em seus relacionamentos, mas achei que a impulsividade da Summer machucou muito Tom e achei até um pouco cruel o jeito com que ela lidou com os sentimentos dele.

A verdade é que os dois aprenderam muito um com o outro e é isso que o filme deixa para nós. Os romances não duram para sempre. Mas eles deixam lições. Quando uma pessoa passa por você, ela deixa algo dela em você. Quando você passa por uma pessoa, você deixa algo seu nela. E é sobre isso que “(500) Dias Com Ela” fala. Não é a eternidade que valoriza uma paixão, e sim a intensidade com que ela foi vivida.

O filme conta com um aspecto meio retrô, como se pode perceber nos figurinos da linda da Zooey Deschanel. Músicas fofinhas pra combinar com a fofura do casal fazem parte da trilha sonora. Destaque para as lindas “Please, please, please, let me get what I want”, dos Smiths, a banda que Tom e Summer amam; e “Us”, da Regina Spektor. Vale dar uma pesquisada na trilha sonora completa porque é muito fofa mesmo! (:
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