segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Review: Prism, ARTPOP e Avril Lavigne

YOU’RE GONNA HEAR ME ROAR, RAWR!

Há uns meses, fiz um post especulando o que a gente podia esperar dos CDs da Katy Perry, da Lady Gaga e da Avril Lavigne. E agora que todos os álbuns já estão devidamente vazados, é hora de a gente abrir a cápsula do tempo e ver se as nossas expectativas foram correspondidas. Bota o fone de ouvido e vem comigo:

Katy Perry – Prism



Foi o primeiro a vazar. Lançado oficialmente no dia 18 de outubro, o primeiro gostinho que a gente teve do Prism foi o hit Roar e os lançamentos promocionais de Dark Horse, com participação do rapper Juicy J, e a ótima Walking On Air, com cara de música de discoteca dos anos 90.

A gente ficou meio com o pé atrás de primeira, porque Roar era exatamente como uma música tirada do seu álbum anterior, o Teenage Dream. Mas com a chegada de Dark Horse e Walking On Air, a gente viu que Katy queria experimentar estilos.

O conjunto da obra:
O Prism não se parece com nenhum dos álbuns anteriores de Katy e isso é muito bom. Eu fico feliz de ver um artista se arriscando e se saindo bem. Até o meio do CD, temos um ritmo dançante, com cara de pop-chiclete-hit-instantâneo. A partir de Ghost a coisa fica séria e temos baladinhas e midtempos (quando a música não é lenta e nem animada), que devem ter saído de algum momento introspectivo da Kátia.

Melhor música:
Dark Horse feat. Juicy J. Totalmente diferente de tudo que Katy já fez.

Destaque:
This Is How We Do. É tipo uma Last Friday Night 2.0.


Lady Gaga – ARTPOP



Diferente da Katy, Lady Gaga decidiu permanecer na sua zona de conforto. Ela repetiu a mistura louca que fez no Born This Way e como cada mistura louca sai de um jeito, ARTPOP é diferente.

O conjunto da obra:
Lady Gaga fez um “auê conceitual” pra lançar seu álbum e declarou que ART vem antes de POP porque a sua intenção era que a arte viesse antes de sua música.  Não sei o CD cumpriu a promessa, mas uma coisa é certa: não temos nenhuma farofa pop barata e mal produzida. E o mais incrível: todas as músicas são co-escritas e co-produzidas pela própria Lady Gaga, o que é raro na música pop de hoje.

Melhor música:
Aura. É trilha sonora do filme Machete Kills, onde a Lady Gaga também atua.

Destaque:
MANiCURE. Simplesmente o melhor vocal do CD!


Avril Lavigne – Avril Lavigne



A Avril é veterana, ela sabe o que faz. Here’s To Never Growing Up e Rock N Roll, os dois primeiros singles, não foram super bem sucedidos nos charts, mas acho que não é isso que Avril procura com esse CD.

O conjunto da obra:
O CD se parece bem com o The Best Damn Thing, seu álbum mais pop. Em Avril Lavigne (o álbum), Avril foi para um lado mais pop, mas isso não quer dizer que ela não se parece como a Avril que a gente conhece. As parcerias não poderiam ser menos sensacionais: Chad Kroeger e Marilyn Manson. Eu sabia que esse casamento com o Chad ia render ótimas parcerias musicais!

Melhor música:
Hello Kitty. É a mais pop do CD, tem até dubstep e palavras em japonês.

Destaque:
Give You What You Like. É uma balada no melhor estilo Avril Lavigne.

E aí, você também curtiu os últimos lançamentos? Qual o melhor CD, na sua opinião? Fala aí nos comentários.

Beijos e lembrem-se que she wears burqa for fashion.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O Rei


O amor estava cansado de liberdades não-tradicionais
E não queria se encontrar com ditaduras convencionais
Seu objetivo era travar batalhas de acordo com a sua lei
Caminhou até encontrar uma terra aonde pudesse ser rei

Sua ideia era construir uma monarquia
E dar início a uma grande dinastia
Derrotar todos os outros maus sentimentos
Que vagavam pelo reino e causavam descontentamento

Depois de travar batalhas de todos os tipos
Todos os sentimentos ruins foram atingidos
Deixaram de existir pela força cruel
O amor finalmente tinha cumprido seu papel

Anos se passaram com grandes lutas vencidas
Sentimentos aprisionados e a bondade merecida
Naquele momento era um bem de todos
Uma pena o reino ser habitado por tão poucos.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Tons de qualquer cor



Nunca fui muito ligada em cores. Acho que é porque até então eu nunca tinha parado para reparar em você. Não, não tô falando do seu olho castanho-acinzentado com toques de pérolas negras, se é que isso é cor de olho. Também não tô falando do seu cabelo ondulado com luzes naturais que refletem com o menor e mais fino raio de sol. Não, não. Estou falando da sua jaqueta verde-bandeira, que parece que é em homenagem ao Brasil, mas veio lá da África do Sul. Da sua bermuda floral, que você usa para ir para praia ficar parado com uma prancha do lado e me diz que vai surfar. Do seu smartphone azul que você diz que comprou enganado, mas eu sei que você escolheu a dedo naquela loja virtual pouco confiável. Das lentes espelhadas do seu óculos de sol que você adora dizer que pagou um preço bacana num acessório sensacional.

Eu adoro quando você me explica as coisas, o jeito que você tem de falar de você mesmo e o jeito que você leva tudo numa boa. Você parece nunca se preocupar com nada. Parece que você não tem problemas.

Às vezes eu até gosto dos seus comentários polêmicos sobre coisas banais da vida, mas a verdade é que eu mal reparo neles porque eu comecei a prestar atenção nas suas cores.

Eu não consigo ver mais nada em você além do seu arco-íris. Você nunca foi tão brilhante e tão radiante como agora. Você está tomando alguma coisa? É limpeza de pele? Ou foi respirar novos ares e eu não fiquei sabendo? Eu não sei o que me deu, mas eu te espiono enquanto você assiste televisão no sofá. E vejo as cores da TV refletidas em você. É mais um espectro que eu adoro observar.

As suas cores. Elas são as minhas preferidas.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Páginas pra acompanhar no Facebook

Hoje acordei com vontade de ficar inspirada.

Eu adoro perfis de humor e de imagens bonitas. Me divirto, morro de rir mesmo. Mas eu gosto de ter conteúdo variado na minha timeline. Às vezes bate uma vontade de saber se tem gente fazendo algo pelos outros, de saber se tem alguém fazendo alguma coisa legal por aí, e me pego curtindo páginas que me acrescentam alguma coisa além de simples diversão.

Como tudo que é bom merece ser compartilhado, selecione algumas das páginas que eu acho mais legais e interessantes do Facebook. Vem comigo:



Brandon Stanton criou o projeto ao perceber que as pessoas com as quais a gente esbarra no dia-a-dia têm histórias que merecem ser contadas. Ele tira foto de pessoas comuns de Nova York e faz pequenas entrevistas com elas, que são publicadas na sua página do Facebook, no seu site e também em seu livro.





Todo mundo tem uma lista de coisas que deseja fazer antes de dar tchau pro mundo. A página 1000 coisas que todo mundo deveria fazer reúne algumas dicas pra você se inspirar e pra você despertar alguma vontade adormecida dentro de você.





Ah, as palavras... Podem ser moles, podem ser duras, podem ser preguiçosas, podem ser enérgicas. Parece que quanto mais palavras você conhece, mais inteligente você fica. A página Glossário publica palavras em várias línguas e palavras desconhecidas da língua portuguesa. É tão legal que dá vontade de ser palavrólogo, se é que essa profissão existe.




Chineasy é um projeto muito legal criado pela escritora, viajante e sonhadora ShaoLan Hsueh (é assim que ela se vê, que fofo *-*). Por meio de caracteres chineses transformados em desenhos relacionados aos seus significados, o projeto ensina chinês de uma maneira criativa e interativa. É muito fofo e os posts são cheios de cultura oriental. <3

Não poupe o seu botão “curtir”! Os posts são ótimos <3


Boas curtidas. :)

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Playlist #02: Músicas pra ficar feliz


Vixe, menina, sai dessa! Vem pra cá escutar esse barulho que vai te deixar mais feliz.

É pra dançar estalando os dedos, na cozinha, enquanto lava a louça.

Fallulah – New York, You’re my Concrete Lover



Essa música é tão legal que eu ouso até dizer que você vai querer colocar como ringtone depois que ouvir. Fallulah é dinamarquesa, canta um pop muito gostoso e animadinho.

Wild Belle – It’s Too Late



A voz da moça é diferente. A moça é diferente. O clipe tem cara de anos 70 e sua mãe vai te perguntar que música é essa que você tá escutando. Wild Belle é um duo norte-americano formado por dois irmãos que são puro talento quando o assunto é indie pop dançante.

Eletric Guest – This Head I Hold



Opa, peraí. Já ouvi essa música em algum lugar... Já sei! No comercial da Dove! É claro que só pode ser uma música feliz. Mas vou confessar que conheci essa batida no Superplayer, hihi. A banda Eletric Guest é de Los Angeles e o som deles é contagiante <3

Jet – Are You Gonna Be My Girl?



Tã tã tã tã tã tã tã nã nã. Reconheceu a batida? Não? Ah. :( Então ouve aí. Jet é uma banda das antigas; se você tem irmão/irmã mais velho/velha com certeza ele/ela vai conhecer.

BOY – Little Numbers



Pra fechar, uma música fofa. Porque fofura também é alegria. BOY é um duo composto pela sueca Valeska (não é a Popozuda :/ ) e pela alemã Sonja. O vocal é levinho e a batida dá vontade de sair dançando pela casa!

+ Playlist: last.fm

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pinterest e We Heart It: 4 dicas pra melhorar a sua busca

Menina bonita tem mania de achar que é feia, né?



A gente entra nesses sites de fotos, começa a pesquisar imagens, vê um monte de garotas lindas (e garotos também!) e bate aquela depressãozinha... Que chato!

Só que a gente esquece que a nossa vida não é uma rede de compartilhamento de fotos! E esquece também que essas redes servem pra nos inspirar. <3



Pra aproveitar o melhor dos dois, vem comigo e fica esperta que cada foto é muito valiosa:

1) Crie uma conta
Criando uma conta (ou perfil) você pode heartear ou pinar as imagens que você mais gostar, sem precisar salvar tudo no computador. Dentro do próprio site você pode deixar suas imagens preferidas selecionadas por categoria.

2) Crie categorias
No meu Pinterest eu tenho dois painéis de inspiração: Good Ideas e Fashion. No primeiro, eu salvo imagens de decoração ou que podem me ajudar em algum projeto gráfico. No segundo, eu guardo inspirações de moda.

3) Procure imagens que tenham a ver com você
Acabou de ganhar um sapato novo lindo? Quer repaginar a parede do seu quarto? Quer descobrir um corte de cabelo novo? Corre pro Pinterest e pro We Heart It pra pegar inspirações.

4) Siga painéis e perfis legais
Fique de olho em perfis que publicam, hearteam ou pinam coisas e imagens que você gosta. Várias lojas, artistas e empresas tem perfis nessas redes. Não tem jeito melhor de ficar por dentro de tudo que tá rolando de mais legal!


E por fim, mas não menos importante, me siga nas duas redes. Prometo não compartilhar nada que seja démodé :)

+ Eu, Démodé: pinterest | we heart it

sábado, 7 de setembro de 2013

Saia de paetê!

Daí que foi meu aniversário mês passado e eu ganhei presentes esperados e inesperados.

saia de paetês preta foi uma delas (inesperada, uma surpresa ótima!)



Eu tava só esperando fazer um climinha mais ameno pra poder usar, já que eu odeio usar saia preta + meia calça preta e no frio que tava fazendo o único modo de usar saia era com meia calça.

Fez um calor e EBAAA HORA DE USAR MINHA SAIA NOVA <3

Só que... Como? Eu nunca tive uma saia de paetês e nem costumo usar saia com babados. Recorri ao conhecido método de pesquisa no Google, WeHeartIt e Pinterest. É claro que eu achei coisa ~lynda~ e coisa tosqueira.

Resolvi compartilhar com vocês porque inspiração nunca é demais, né minha gente? Simbora:

Saia de paetês + camisa jeans + cinto + sapato estilo botinha



Curto muito a Blake Lively, acho que ela é a diva das divas. Poréééém, esse cinto não casou bem com o look, não, amiga. A camisa e a saia, tudo bem, achei SENSA.

Saia de paetês + camisa soltinha branca + sandália sensação



Loosho total. Mas acho que a camisa branca não ia ficar bem com o modelo da minha saia, que é toda de babadinho. Além de eu também não ter uma sandália e nem uma camisa dessas. Passou da hora de providenciar, né?

Saia de paetês + cropped top + sapatônico (mistura de sapato com baphônico, RÁ)



Gente, para TU-DO. Além de ser a maravilhosa LiLo usando o look (louca, porém maravilhosa), tem total a ver com o meu estilo e tá super em alta.

Saia de paetês + regatinha branca



Simplérrimo e total chique. Joga um maxicolar, um batom vermelhão e pá. Só não dá pra ver o calçado que a moça usou pra completar o look. Eu usaria um pump, scarpin... Acho que até uma botinha mais simples cairia bem.

Saia de paetês + blusinha branca + jaqueta de couro preta + sapato luxo



Foi a combinação escolhida! Calhou de eu ter todas essas peças e aí aproveitei pra montar um look quase igualzinho. A diferença é que eu coloquei um sapato preto mesmo e descartei a bolsa (entreguei meus pertences pro meu namorado, ele que desse um jeito hihi).

Depois desse banho de inspiração paetística, anota essas dicas aí pra aproveitar o máximo da sua busca por looks na interwebz:

- Procure por termos em português e em inglês ("saia de paetês preta" e "sequin black skirt", por exemplo).
- Tente encontrar inspirações em que você possa substituir as peças facilmente.
- Aposte naqueles que têm a ver com o seu estilo e não copie o look apenas por que é "a fulana do seriado tal" que está usando.

Anotou tudo? Depois me conta se as dicas valeram a pena! :)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Tá chegando! O que podemos esperar de ARTPOP, Prism e Avril Lavigne?

Lady Gaga, Katy Perry e Avril Lavigne preparam-se para lançar CDs nos próximos meses e prometem uma grande disputa em charts, o que já vem acontecendo com seus atuais singles. Eles já dão uma noção do que a gente vai ter com os álbuns completos e a gente não aguenta mais esperar!

ARTPOP - Lady Gaga



O primeiro single:
'Applause' já tem clipe e performance no VMA, que aconteceu ontem. A música parece ter saído do álbum The Fame, que inaugurou a carreira da moça em grande estilo e começou a criar uma identidade para ela. Gaga evoluiu, aprendeu com The Fame Monster (Bad Romance e Alejandro) e com o CD Born This Way (Judas e Yoü and I).

O que podemos esperar:
Algo com menos firulas que o Born This Way, mas mais maduro que o The Fame. Uma espécie de The Fame bornthiswayzado.

Qual a cara:
Aparentemente, tudo continua bizarro e surreal para o time Haus of Gaga. Coreografias e roupas esquisitas vão continuar no guarda-roupa da linda, se formos considerar o que vimos até agora com o clipe e a performance de Applause.



Prism - Katy Perry

O primeiro single:
'Roar' já é hit. É o que Katy sabe fazer de melhor e vai agradar/está agradando todo mundo. Também teve performance no VMA.

O que podemos esperar:
Mesmo com os vídeos em que mostram Kátia destruindo tudo sobre a era Teenage Dream (veja aqui e aqui), Katy continua com uma sonoridade bastante parecida e não teve nenhuma evolução notória, o que pra mim não é uma coisa ruim no momento, mas que num futuro poderá atrapalhá-la, se Prism der continuidade ao que Roar inaugurou.

Qual a cara:
A julgar pelo comercial do VMA e pela temática de Roar, acredito que Katy voltará com um visual mais rocker e menos candy. Acho que no fundo essa vai ser a única mudança em relação ao Teenage Dream.



Avril Lavigne - Avril Lavigne



O primeiro single:
'Here's To Never Growing Up' promete, mas não cumpre. É fraca. A sonoridade quer retomar o álbum Let Go, mas esbarra em The Best Damn Thing de uma forma não muito legal. 'Rock N Roll', o segundo single, repete a fórmula do primeiro, tanto em temática quanto em sonoridade, e consegue mostrar por que Avril voltou.

O que podemos esperar:
Falar da Avril é muito difícil em questão de CD. No seu último, ela apostou em What The Hell, que fugia completamente da proposta das outras músicas. Se formos contar com 'HTNGU' e 'RnR', podemos dizer que Avril vai tentar voltar a ser uma mistura da sk8er girl de 2002 e da motherfucking princess de 2007. Sinceramente, acho que lançar um álbum homônimo a essa altura da carreira não é uma coisa legal e não diz muita coisa sobre a personalidade do artista, ou sobre a sua carreira, ou seja lá o que um artista quer dizer quando coloca seu próprio nome em uma de suas obras.

Qual a cara:
A mesma de sempre, né? A Avril nunca muda! Mesma cara! Impressionante.



Mas o que a gente quer é que todas lancem seus álbuns logo, pra gente encher nossas playlists de músicas lindas e maravilhosas, o que todas as três sabem fazer muito muito muito bem!

sábado, 17 de agosto de 2013

Escola de Filmes de Vancouver: Assista ao curta The Little Mermaid

Para tudo o que você tá fazendo e corre aqui que o assunto é coisa boa.





Os Estados Unidos são a maior potência cinematográfica do mundo desde que a câmera surgiu, todo mundo sabe. Daí que a gente esquece que tem outros lugares do mundo que também fazem filmes tão maravilhosos quanto os norte-americanos.

Quer um exemplo?

A Escola de Filmes de Vancouver. Um exemplíssimo. Os alunos de lá, que não são nem cineastas, produzem curta-metragens de cair o queixo. É tudo profissional, tudo super bem produzido. A maioria dos curtas são experimentais, afinal de contas, estamos falando de uma escola de cinema.

Os curtas fazem parte da série Compendium, que é dividida em volumes. O volume 4 foi chamado de Psycho Princess e traz histórias baseadas e distorcidas das princesas da Disney, transformando as fofinhas em assassinas, psicóticas, loucas de pedra.

O destaque é do curta The Little Mermaid. Na história, o dono de um circo do tipo freakshow aprisiona uma sereia e fica exibindo a criatura pra lucrar com a bizarrice dela. Só que toda sereia sabe, como ninguém, enfeitiçar um homem. E aí só assistindo pra saber o final da história.

Jovanna Huguet, na pele (ou nas escamas, hehe) da sereia louca. Caracterização IM-PE-CÁ-VEL!

São só oito minutos de filme, então pra aproveitar o máximo, coloca em tela cheia, dá o play e pede pra todo mundo ficar de boca fechada enquanto estiver assistindo. Ah, não tem falas, então não precisa de legenda. Vem comigo:



De arrepiar, né? Maquiagem perfeita, cenário perfeito, trilha sonora perfeita. No canal do Youtube da escola, foi confirmado que o longa-metragem começará a ser produzido mês que vem! Yay <3

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Links legais :)

Ô, menina, sai do Facebook e vem aqui que eu quero te contar uma coisa.

Não sou dessas que publica no Facebook tudo o que vejo por aí, faço comentários, espero curtidas. Não, essa não é minha praia. Aqui no blog eu tenho mais liberdade pra falar sobre o que eu gosto do que lá. Vai ver é por isso que eu tenho um blog, né? hihi


A revista Piauí é muito legal, merece ficar nos favoritos. Esse post, em especial, é uma série de cartuns incríveis que eu já pensei em imprimir e colar na parede do meu quarto.



Depois de ver os cartuns na revista Piauí (no link acima), corri atrás da moça que tinha feito essas ilustrações. E eis que achei um painel do Pinterest só com artes dela. Muito chato estar tudo em francês, mas nada que um bom Google Tradutor resolva.



Mina, tu é uma boba se não acessar esse blog e não se encantar com essas roupas. Tudo vintage, tudo urban. O blog pertence à loja Urban Vintagers e dá vontade de comprar tudo. E não, isso não é publicidade. É que eu achei bacana. Coisa bacana merece ser compartilhada, né?



E aí que o Arctic Monkeys liberou no dia do meu aniversário (essa é uma informação importante) música nova plus clipe. Depois de R U Mine? e Do I Wanna Know?, os macacos do árticos perguntam de novo, mas dessa vez eles querem saber Why’d You Only Call Me WhenYou’re High. O CD está agendado para ser lançado em setembro e já tem um montão de shows marcados. Podia vir no Brasil, amém (guardando essa frase como oração).


Diz aí se não foi boa essa viagem pelos cantos da internet?

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Você precisa conhecer a cantora Lorde

Tem uma cantora que é muito gente boa, bonita, canta bem, super simpática.
É a Lorde.



A garota vem lá de longe, lá da Nova Zelândia e tem só 16 anos. Seu nome de verdade é Ella Yelich-O'Connor, mas se você quiser gritar o nome dela, grite “Ô Lorde, vem aqui”.

Seu estilo é uma mistura de Lily Allen com Lana del Rey, com umas pitadinhas de mistério e surrealismo. Ufa, que descrição!

Será que eu vou gostar?

A bonita lançou um EP (é tipo um CD, só que com menos faixas) em março desse ano, chamado The Love Club. Ui, já amei pelo nome. Mas agora você vai amar pelas músicas. Dá o play nesse videoclipe que é pura emoção:



E agora, trabalhando no campo da atualidade

Seu single atual, Tennis Court, tá na minha playlist há algum tempo e eu não paro de ouvir. O clipe é bem diferentão e conceitual:



Curtiu? Gente bonita também canta bem.

+ Lorde: facebook | wikipédia | site

sábado, 3 de agosto de 2013

Playlist #01


Olha, meu gosto musical é que nem inverno tropical: um dia é quente, quente, quente, inferno, erupções solares, raios ultra violeta; no outro é frio, geada, neve, lago de gelo. Ao mesmo tempo que eu escuto Selena Gomez, escuto Oasis. Deu pra sentir a mudança de temperatura?
Dos últimos lançamentos, o que vem fazendo a minha cabeça, gira em torno de mais ou menos isso aqui:
Pega um elemento eletrônico aqui, um autotune dali, salpica um romantismo e tá aí uma das minhas preferidas do álbum Stars Dance: a faixa-título! Vale dar uma atenção pra letra, é maravilhosa.
O instrumental dessa música me dá arrepios. Dá vontade de correr. Dá vontade de ficar abraçada num ursinho de pelúcia. É uma música com uma pegada fria e uma letra quente.
Li em algum lugar que essa música surgiu assim: “Oi, Marina, tudo joia?” “E aí, Charli” “Bora fazer uma musiquinha de brinks?” “Bora”. E saiu essa maravilha. Dá pra acreditar?
Toca em uma sequencia maravilhosa da última temporada de Skins, no primeiro episódio que conta a vida da Effy. É aquele eletrônico levinho e gostoso que só a Ellie sabe fazer. Tô assim, ó, íntima da Ellizinha.
Sequência de Skins em que toca "You, My Everything". Lindo. De arrepiar.
Agora cê me pergunta o quê que deu em mim pra escutar O Rappa. Deu que eu fui em um show de uma banda que eu não me lembro o nome e eles cantaram essa música. O verso “Faltou luz mas era dia” ficou martelando na minha cabeça. Twittei sobre isso, facebookiei sobre isso e agora tô blogando sobre isso, só pra constar.
Pega essas músicas, coloca num pen drive, pluga lá no som do seu carro (ou no carro do seu amigo, caso você não seja motorizado) e sai por aí com a janela aberta escutando todas. Sensação única. Juro procê. Juro juradinho. Depois me conta se você curtiu.

+ Playlist: last.fm

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Boho Style: comofas?

E aí, Brasil! Que se pasa?

Aconteceu que fui subitamente invadida por uma paixão que estampa a cara de vários blogs de moda: o boho style.

O que vem a ser isso?

Pega vários estilos:
Romântico + Vintage + Folk + Punk + Romântico + Étnico

Bota tudo no liquidificador.
Tá pronto.

Daí eu corri pro Pinterest e catei um monte de foto dessas moças bonitas usando roupas tão bonitas quanto elas:



E cadê a utilidade pública?

Vou usar todo meu conhecimento de mundo pra criar a teoria do estilo Boho e colocar essa garotada pra andar estilosa, estilo, style, estylée.

Panos e tecidos
Rendas, rendas, rendas! Panos leves e soltinhos, daqueles que bate um ventão e a saia levanta. Os panos mais pesadinhos combinam com as saias longas e o couro também entra nessa dança.

Cores
Cores claras e neutras, como o bege, o nude e o marrom são a cara do estilo boho. Quem gosta de tons mais escuros pode apostar no vinho, azul marinho e verde musgo – cores mais sóbrias. E se você não dispensa o coloridão, as estampas étnicas são a sua cara.

Modelos
Saias longas, shortinhos jeans rasgados, cropped tops larguinhas, regatas...

Acessórios
Penas, filtro dos sonhos, contas, miçangas, franjas. Pode apostar muito na tendência indígena. Óculos de sol redondos!

Qual o propósito?
O boho style é despojado, jogado, largadinho que nem a música da Cláudia Leitte. Tem aquela pegada “lazy day”, sem perder a atitude. Sacou coméquié?

Agora que você já tá formada e pós-graduada em boho style, corre pro guarda-roupa, separa tudo que você tem que encaixa no estilo e aproveita que amanhã é sexta!

Beijos bohados (sacou? sacou?)

+ Inspirações aqui: pinterest | weheartit | google

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O mundo precisa de você

De você
De você
O mundo precisa
De você

Já rezei quinze, vinte vezes
Descontei meus pecados
Escalando grandes escadas
Ajoelhando no concreto
Apertando as mãos com fé

De certo,
O mundo precisa
De você

Pedi para a natureza
Ar, terra, água e fogo
Todos os elementos
Entre todos
Só faltava você

O mundo precisa de mim
Mais de você
Mais, mais, bem mais
De você

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Jexika: a dona do vestido da Britney em Ooh La La

Quando a Brit quer ser fofa ela consegue, né? Consegue muito.
O videoclipe de Ooh La La, música gravada pela princesinha do pop especialmente para a trilha sonora do filme Os Smurfs 2, foi lançado ontem e exala fofura. Ah, e tem a participação dos filhinhos dela, uma graça!
Mas o que me chamou a atenção foi esse vestidinho vermelho loosho:

Nessa página do Facebook, descobri o nome da estilista que tinha criado esse vestido dos deuses: Jexika. Mas, calma, que esse é só o apelido dela. O nome dela de verdade é Jessica Rampezzotti. A moça veio lá da Itália (a terra das roupas maravilhosas), mas seu ateliê fica em Londres (a terra das roupas mais maravilhosas ainda). Ela é caloura no mundo da moda: começou a desenvolver peças em 2010 e lançou sua primeira coleção em 2011. 
No tumblr dela você pode ver outros modelos e coleções: tem muito babado, renda e cores claras, tudo o que a gente ama. Só de dar uma olhada dá pra perceber que ela vai longe, longe, vai ser destaque em baile de gala e vai conquistar o coração das it girls – já conquistou o nosso, né?

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O novo layout do Eu, Démodé

Vish, mudou o layout, né?



Mudou sim, moços. E agora ele foi completamente pensado, diagramado, desenhado & sofrido por mim mesma, eu mesma.

Ah vá, agora cê vai chamar esse rabisco de identidade visual?

Vou sim, amores. E aproveito para apresentar-lhes a explicação de tudo que foi desenhado e vetorizado com tanto amor, carinho, satisfação, alegria e Illustrator travando.

Tipografia
Menina, cê acredita que eu fiz a mão? Fiz quinze vezes? Fiz. Cheguei a acreditar que estava com Parkinson porque não conseguia desenhar? Cheguei. Mas no final saiu do jeito que eu queria: a minha letra, o meu jeito, só tem eu nessa coisa aí.

Logotipo
Vou confessar, foi um rabisco que teve a felicidade de não sair torto. Joguei um degradê com rosa-pink e rosa-avermelhado – algumas das minhas cores preferidas (as outras são: azul, amarelo, verde, roxo, cinza, preto, branco... ah, todas) – e voilá! A folhinha verde foi na intuição também, mas até que ela ficou bonitinha. Uma gracinha de folhinha. Dá vontade de abraçar essa folhinha.

Stupidness, fashion e Helvetica
Eu gosto de moda, não é a toa que o nome é Eu, Démodé. Eu gosto de Helvetica. Dá licença se você não gosta, seu defensor de Comic Sans. E eu gosto de falar besteira. Então tá tudo misturado ali. Por que em inglês? Ah, em inglês fica mais chique, a língua fica enrolada, ótimo pra articulação.

Parede de tijolo
Um charme, um luxo, todo mundo quer ter uma parede de tijolo branco em casa.

E agora, como que fica esse blog?

Ah, gente, fica do jeito que tava. Só que dessa vez tenho planos de:
- Mostrar as coisas que eu gosto;
- Por coisas que eu gosto, entenda: moda, filme, música, CD do Arctic Monkeys, clipe da Britney Spears;
- Continuar publicando textos sem sentido;
- Continuar publicando textos com sentido;
- Ser menos chata;
- Dar conselhos amorosos;
- Ser uma atriz com 40 anos de TV Globo amada pelo público.

(Os três últimos são mentira, mas bem que poderia ser verdade, eu ia adorar).


Aprendi na aula de Comunicação e Expressão Oral que tive no segundo período da faculdade que fica feio terminar um texto com “É isso”. Mas eu sou assim, desse meu jeitinho especial, né. Então, gente, é isso.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Alguns detalhes que talvez farão você se lembrar de mim


Televisão e biscoitos com gordura trans são coisas que me fazem bem, às vezes. Eu me sinto mal com grosserias e antipatias que poderiam ser evitadas por você, caso você tivesse o mínimo de noção ou distinção dos seres humanos normais. Não que eu seja a pessoa mais delicada e simpática que já pisou no planeta Terra, mas olha, eu quero o bem do mundo. Tenho muitas qualidades. Eu sei estalar os dedos, eu sei enrolar a língua, sei assobiar também. Não diferencio quem acredita em sorte, quem acredita em destino e quem acredita em Deus. Você vê que as linhas de pensamento são paralelas? Não há curvas nem cruzamentos. Você entende o que eu quero dizer? Você entende? Não? Nem eu.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Filtro dos sonhos




Cada. Palavra. De. Ódio. Ou. De. Amor. Tem. A. Ver. Com. O. Que. Você. Me. Disse. Na. Semana. Passada. Ou. Em. Semanas. Anteriores. Das. Quais. Eu. Posso. Me. Lembrar. Perfeitamente. Ou. Simplesmente. Fantasiar. Não. Depende. De. Você. Se você aparecer no meu sonho, talvez.

Sem discussão


Eu prefiro não falar nada do que ter opinião vazia sobre tudo e todas as coisas. Parece que tudo o que eu tenho que fazer tem um til em cima. E os meus circunflexos e agudos destoam de tudo o que eu já vi. Não sei, mas pareço ser um pouco diferente quando digo que uma coisa se escreve sem acento, sem entonação, sem discussão, de perto, de longe, azul e branco, de todas as cores, do meu jeito. Tem aqui, tem ali, tem de todo lado. Você pode discordar ou concordar, você pode abraçar ou chutar. De qualquer jeito nada vai fazer sentido. Ou, se você fizer um esforço, pode até encontrar um motivo.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Estranho, mas eu te conheço de algum lugar


Ouço passos empobrecidos descendo a escada
Dividindo meus pensamentos entre realidade e fantasmas
Como se, ah, fantasmas não fizessem parte da realidade

De lá pra cá, acho que de todas as coisas que valeram a pena
Só consigo me lembrar de todas as estupidezes que cometemos
Mesmo não tendo consciência
Consciência nenhuma
Mas conscientes de que somos estúpidos

E de vez em quando, consigo contar nas mãos
Quantas vezes já me desliguei por você
Foram poucas
Poucas
Poucas

Corações feitos de cerejas e confeitos
Eu sinto falta de sentir falta
Indiretamente você vai saber que meus versos foram feitos
Apenas
Para
Você

domingo, 24 de março de 2013

Pelas próximas vinte e quatro horas




Meu Deus. Meu Deus. Meu Deus. Como assim eu estou de cabeça para baixo? Quando foi que isso aconteceu? Não vejo meus pés. Não posso correr. Me solta. Me larga. Hoje, me deixa.

Quantas vezes eu me deixei secar ao sol sem perceber que essa era a minha sina. O meu desejo era que tudo continuasse. Eu explico: um pouco disfarçado de vontade de querer mudar.

Até parece que eu implorei pra você me sacudir. Eu não te pedi para seguir em frente!

Meu amor, vê se esquece de mim pelas próximas vinte e quatro horas. E, olha, sua vida ficou muito melhor sem mim, sem minhas manias, sem minhas crenças. O que eu acredito pode ser totalmente o contrário do que você acha que é necessário. É claro, meu mundo é do avesso.

Falsa. Meu destino é justificar eternamente a ausência de algo que eu não sei o que é, e provavelmente nunca vou saber. E nem quero saber.

Minha mente prega peças em mim. Vou continuar desligada como sempre fui. Não me venha com seus métodos antiquados. Suas conversas não vão funcionar. Me solta. Me larga. Por hoje, quero que você me deixe.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Upside Down - Bonito, mas sem conteúdo


Pra começo de conversa, vocês precisam saber que Upside Down é um filme com uma ideia incrível, mas mal construída.



Dirigido e escrito por Juan Solanas, Upside Down conta com os lindos Jim Sturgess e Kirsten Dunst como casal protagonista. <3

A história se passa em um universo onde dois mundos gêmeos são separados apenas pelas gravidades opostas. Acontece que um dos mundos detém todas as riquezas e domina o outro mundo, que é representado através de um cenário apocalíptico.

Adam, o herói da trama, conhece Eden, a mocinha, quando ainda eram crianças. Só que Adam é do mundo “de baixo” e Eden é do mundo “de cima”. Os dois se encontram em um ponto comum dos dois universos, aonde podem conversar e fazer crescer uma grande amizade, que se torna em um romance quando eles ficam jovens.

Acontece que Eden perde a memória em uma perseguição da polícia do lado “de cima” e esquece completamente de Adam. Os dois crescem, Adam tenta encontrá-la de novo, Adam precisa reconquistá-la, Adam luta contra a gravidade, Adam dribla a polícia... E assim a história segue da forma mais clichê possível. E o que era pra ser um filme incrível acaba virando uma historinha boba de romance.



O filme tem sérios problemas de continuidade. A passagem das cenas é completamente desconexa. Falo isso porque tiveram momentos durante o filme em que fiquei perdida quanto à passagem de tempo e não consegui me localizar. Acho que finalmente consegui entender o que é uma má direção.

Não posso deixar de comentar sobre a afronta às leis da física. Olha, eu não entendo nada de física e muito menos sou fã do Isaac Newton, mas uma coisa que eu tenho certeza é que ele não estava brincando quando ele falou sobre a lei da gravidade.

Mas também não vou deixar de lado algumas coisas maravilhosas, como a fotografia azulada, que deu um tom todo melancólico e obscuro ao ambiente do lado “de baixo”. O Jim Sturgess, que consegue ser lindo e simpático em todos os filmes que faz. O cenário futurista, que é o grande trunfo do filme; é simplesmente impressionante. As sacadas geniais, como os números nos elevadores e o drink chamado Upside Down.



No final das contas, Upside Down é um filme que impressiona pela beleza das cenas, mas desaponta pela falta de conteúdo. Poderia ser um filme life changing mas foi só um filme ok.

Classificação: 3 estrelinhas.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Não existe vantagem em ser invisível

Sem querer estragar a vida de vocês, mas As Vantagens de Ser Invisível não é isso tudo que andam falando.



O filme é bom. E para por aí. Senti que era pra ser uma coisa grandiosa, e no fim foi só um filme de adolescentes com problemas.

A história é sobre Charlie (Logan Lerman), um menino depressivo, que não tem amigos, que tem a vida marcada pela morte de sua tia e, pra piorar sua situação, acabou de chegar no Ensino Médio.

E aí ele conhece Patrick (Ezra Miller), Sam (Emma Watson) e sua turma de amigos, que são super cool, super descolados e livres e culturais e musicais... E são desajustados assim como ele. Daí surgem a amizade e o amor entre eles, o que torna a vida de Charlie melhor.



Minha amiga acusou o filme de ser muito “poético”, o que aos olhos dela, é uma coisa ruim. E aos meus também, em termos. A poesia hoje em dia está correndo o risco de se tornar menos sincera para dar lugar a palavras bonitas e frases bem elaboradas. Isso me lembra um pouco aquele movimento literário onde os artistas só ficavam por conta de o poema ficar bonito estruturalmente, e não sentimentalmente.

Já que falei sobre estrutura, preciso dizer que o filme tem total ar de produção indie. A fotografia, o cenário, a trilha sonora. E isso é muito legal. Na minha cabeça, os filmes indies são mais sinceros, e acho que isso deu pontos de credibilidade para o longa.

Acho pesado chamar o filme de forçado, mas essa foi a primeira palavra que me veio à cabeça quando os créditos rolaram. Acabei de falar várias vezes aqui nesse texto sobre sinceridade e eu não sei por que, mas ando considerando muito essa qualidade.

Atrapalhou também o fato de eu ter criado muitas expectativas em cima da história. Achei que eu ia realmente saber quais são as vantagens de ser invisível e, na verdade, não tem vantagem nenhuma. Achei que o drama ia além de apenas uma depressão de adolescente. Não que eu esteja banalizando a depressão do Charlie, mas é que passamos por tantas e horríveis coisas nessa época, que faltou um ponto chave, um porquê, um motivo para eu amar e me identificar com os personagens.

É claro que isso tudo não diminui a representação da adolescência nos anos 90, uma década de transição, que intermediou e criou a cultura e o pensamento que temos hoje em dia. Não posso deixar de comentar sobre alguns quotes geniais, como “We accept the love we think we deserve” – Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. Estou pensando nessa frase há algum tempo desde que vi o filme e não tenho muito o que falar sobre ela. Acho que rende um post sem sentido falando sobre isso e coisa e tal.

No final das contas, não era tudo o que esperava, mas era alguma coisa. As Vantagens de Ser Invisível é um filme pra assistir sem compromisso e sem expectativa. É uma ótima oportunidade pra correr pra livraria e conferir se a história não fica melhor contada em forma de livro.



Classificação: 3 estrelinhas.
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