segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Review: Prism, ARTPOP e Avril Lavigne

YOU’RE GONNA HEAR ME ROAR, RAWR!

Há uns meses, fiz um post especulando o que a gente podia esperar dos CDs da Katy Perry, da Lady Gaga e da Avril Lavigne. E agora que todos os álbuns já estão devidamente vazados, é hora de a gente abrir a cápsula do tempo e ver se as nossas expectativas foram correspondidas. Bota o fone de ouvido e vem comigo:

Katy Perry – Prism



Foi o primeiro a vazar. Lançado oficialmente no dia 18 de outubro, o primeiro gostinho que a gente teve do Prism foi o hit Roar e os lançamentos promocionais de Dark Horse, com participação do rapper Juicy J, e a ótima Walking On Air, com cara de música de discoteca dos anos 90.

A gente ficou meio com o pé atrás de primeira, porque Roar era exatamente como uma música tirada do seu álbum anterior, o Teenage Dream. Mas com a chegada de Dark Horse e Walking On Air, a gente viu que Katy queria experimentar estilos.

O conjunto da obra:
O Prism não se parece com nenhum dos álbuns anteriores de Katy e isso é muito bom. Eu fico feliz de ver um artista se arriscando e se saindo bem. Até o meio do CD, temos um ritmo dançante, com cara de pop-chiclete-hit-instantâneo. A partir de Ghost a coisa fica séria e temos baladinhas e midtempos (quando a música não é lenta e nem animada), que devem ter saído de algum momento introspectivo da Kátia.

Melhor música:
Dark Horse feat. Juicy J. Totalmente diferente de tudo que Katy já fez.

Destaque:
This Is How We Do. É tipo uma Last Friday Night 2.0.


Lady Gaga – ARTPOP



Diferente da Katy, Lady Gaga decidiu permanecer na sua zona de conforto. Ela repetiu a mistura louca que fez no Born This Way e como cada mistura louca sai de um jeito, ARTPOP é diferente.

O conjunto da obra:
Lady Gaga fez um “auê conceitual” pra lançar seu álbum e declarou que ART vem antes de POP porque a sua intenção era que a arte viesse antes de sua música.  Não sei o CD cumpriu a promessa, mas uma coisa é certa: não temos nenhuma farofa pop barata e mal produzida. E o mais incrível: todas as músicas são co-escritas e co-produzidas pela própria Lady Gaga, o que é raro na música pop de hoje.

Melhor música:
Aura. É trilha sonora do filme Machete Kills, onde a Lady Gaga também atua.

Destaque:
MANiCURE. Simplesmente o melhor vocal do CD!


Avril Lavigne – Avril Lavigne



A Avril é veterana, ela sabe o que faz. Here’s To Never Growing Up e Rock N Roll, os dois primeiros singles, não foram super bem sucedidos nos charts, mas acho que não é isso que Avril procura com esse CD.

O conjunto da obra:
O CD se parece bem com o The Best Damn Thing, seu álbum mais pop. Em Avril Lavigne (o álbum), Avril foi para um lado mais pop, mas isso não quer dizer que ela não se parece como a Avril que a gente conhece. As parcerias não poderiam ser menos sensacionais: Chad Kroeger e Marilyn Manson. Eu sabia que esse casamento com o Chad ia render ótimas parcerias musicais!

Melhor música:
Hello Kitty. É a mais pop do CD, tem até dubstep e palavras em japonês.

Destaque:
Give You What You Like. É uma balada no melhor estilo Avril Lavigne.

E aí, você também curtiu os últimos lançamentos? Qual o melhor CD, na sua opinião? Fala aí nos comentários.

Beijos e lembrem-se que she wears burqa for fashion.

2 comentários:

  1. Olá tudo bem? Eu adoro seu blog por isso te indiquei a uma tag, espero que goste. Beijos http://arquivodeletado.blogspot.com.br/2013/12/liebster-award-discover-rew-blogs.html

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  2. Achei legal a abordagem sobre os álbuns!
    Porém é preciso distinguir o novo dos trabalhos anteriores.
    Gaga fez algo bem sofisticado em termos de som mesmo investindo, ainda que de forma não inovada, em arte visual. Katy também não fica atrás, porém traz algo novo e, diferente de ''One of the boys" e "Teenage dream" ela realmente deixa a luz entrar, ela desencanta. Talvez isso justifique o álgum chamar Prism. Dark Horse soa realmente diferente de tudo que ela já fez, e Unconditionally, embora seja a cara de Teenage Dream, soa de forma mágica.
    Já Lavigne traz um material bem diversificado dos outros e creio eu que, lançar um epônimo que leva literalmente a sua cara na capa me parece dizer que Avril mostra, após recidivas de contrato com gravadora, problemas com manager e o peso de um album mal sucedido por conta de problemas sérios com a gravadora (Goodbye Lullaby), uma Avril que vem querendo mostrar há 10 anos, após Let Go e o muito bem sucedido Under My Skin. Inovado!
    Eis minha opinião!
    Parabens pelo blog! Beijoooo
    Lays

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