sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Happy end


Você pretende
fingir que entende
quando eu digo que a gente
precisa de uma lente
pra seguir nosso caminho?

Até quando vai o meu happy end?
Se essa pergunta te ofende
preciso focar a minha mente
te peço pra sair da frente
pois vou acelerar as minhas dúvidas

Pra que lado pende
meu pensamento fluorescente
quando descobre que, finalmente
não existe happy end?
Era tudo uma invenção

sábado, 20 de dezembro de 2014

Coisas estúpidas que eu vejo todos os dias


Gente que acha que as mulheres são estupradas porque merecem. Gente que vai embora sem se despedir. Gente que bate no seu carro no trânsito e vai embora sem te dar ajuda. Gente que é assaltada. Gente que é assaltante. Gente que ridiculariza as feministas as chamando de "feminazi". Gente que xinga o outro porque discorda da sua opinião. Gente que invade o sistema de uma empresa cinematográfica. Gente que ameaça um país. Gente que acha que as pessoas são substituíveis. Gente que não gosta do Natal. Gente que faz qualquer coisa por dinheiro.

É tanta estupidez. Parece que é contagioso. Eu mesma pratico atos estúpidos todos os dias. Magoo pessoas, pessoas me magoam. É pra isso que eu vim ao mundo? Na minha cabeça, tudo era pra ser muito melhor. E por que não é?

sábado, 13 de dezembro de 2014

Nó de marinheiro


Você é tão humano
Tenho vontade de te tocar
De fazer o que você fez comigo
Você me fez virar o universo
Virado do avesso
Maior que todos os planetas
Mais densa que uma chuva na Amazônia
Mais brilhante que a constelação das Três Marias
Fiquei diferente de todas as épocas passadas
Fiquei mais contemporânea que qualquer tempo futuro
Estamos mais juntos e indissociáveis do que um nó de marinheiro
Você criou esse monstro
E nunca mais vai se livrar de mim

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A aura de Lady Gaga e o fim da ArtRave


A era ARTPOP chegou ao fim essa semana, com o último show da ArtRave, a turnê de divulgação do último CD da Lady Gaga. Aproveito para postar a crítica que escrevi pra aula de Jornalismo Cultural sobre uma das músicas que acho mais sensacionais da carreira dela, Aura.

A AURA DE LADY GAGA

“Aura” é a música que abre o último álbum de estúdio de Lady Gaga, intitulado “ARTPOP”. A canção foi um dos primeiros materiais do CD que caíram na internet antes de sua divulgação começar de fato. Sua versão não-finalizada tinha o nome de “Burqa” e Lady Gaga usava entonações diferentes em alguns versos. A música chegou até os fãs por intermédio da própria cantora. Sua intenção era antecipar a divulgação do álbum, que se encontrava em dificuldade devido à burocracia da gravadora. A versão finalizada teve o nome alterado, talvez para evitar uma polêmica com as culturas conservadoras que têm a burca como vestimenta. A mudança nas entonações talvez possa ser explicada pelo fato de que a música precisava ter mais apelo comercial.

Aura convida o ouvinte a se aproximar da caixa de som e parar para escutá-la. O que Lady Gaga está querendo dizer com ARTPOP? O nome soa muito pretensioso. Como assim ela quer misturar arte e pop? O violão sendo tocado rapidamente nos primeiros segundos intriga. A cantora parece recitar falas que não são dela. O instrumento ganha ainda mais destaque e Lady Gaga solta uma gargalhada como se quisesse dizer: “Esse álbum vai ser uma grande e irônica festa”.

A primeira parte da música explode em batidas psytrance – o heavy metal dos DJs – típicas de um dos produtores, o duo Infected Mushroom. A subcategoria do gênero musical eletrônico traz bateria e sintetizadores, elevados a um ritmo ao mesmo tempo insano e psicodélico, que ficou famoso por ser tocado nas chamadas festas rave. “I’m not a wandering slave, I am a woman of choice” – “Eu não sou uma escrava sem rumo, eu sou uma mulher de escolha”. Lady Gaga revela no que estava preocupada quando escreveu a música: “Aura” é sobre ela mesma e sobre todas as mulheres. O caráter feminista fica claro. Lady Gaga é certeira ao falar de um tema que tem se abordado tanto, em meio a discussões no mundo inteiro sobre direitos humanos.

A letra, escrita pela própria em parceria com o duo de produtores e o DJ Zedd, também produtor, segue falando sobre a liberdade sexual da mulher. Lady Gaga se empresta como personagem: “Do you wanna see me naked, lover?” – “Você quer me ver nua, amor?” – é a frase que inicia o refrão. Surpreendentemente, Infected Mushroom sai de cena e dá espaço às batidas eletrônicas suaves de Zedd, introduzindo o house melódico ao refrão. “Do you wanna see the girl who lives behind the aura?” – “Você quer ver a garota que vive por trás da aura?” – ela canta.

O psytrance volta para acompanhar a segunda parte da música. Agora Lady Gaga usa uma metáfora, a burca, que antes dava nome à música. A vestimenta mais rígida e polêmica do oriente não é criticada. “She wears burqa for fashion” – “Ela usa a burca por moda”. Ela clama pelo direito de usar a roupa que quiser, se cobrir, ou se descobrir – nos dois sentidos da palavra. Aqui pode-se ouvir o ápice do uso do auto-tune. O recurso de edição modula os vocais e faz com que eles atinjam afinação perfeita. As críticas em torno do seu uso são várias, mas aqui Lady Gaga o usa por puro estilo. Sua capacidade vocal é incontestável e já provada diversas vezes. Os versos que a artista canta são ART, o auto-tune é POP.

Quando pensamos que o ritmo vai diminuir e poderemos ouvir de novo o suave porém poderoso refrão, Lady Gaga pausa. Ela recita: ”Dance. Sex. Art. Pop. Tech” – “Dança. Sexo. Arte. Pop. Tecnologia”. A resposta que procurávamos no início da música está aqui. É sobre tudo isso que o álbum ARTPOP fala. É isso o que ele é. É isso o que ela é. O refrão chega de novo e, ao final dele, ela se atreve a dizer “Do you wanna see the girl who lives behind the burqa?” – “Você quer ver a garota que vive atrás da burca?”

O fato de Lady Gaga trazer à tona um assunto delicado e pouco tratado no mundo da música pop, já num primeiro momento de seu disco, revela não só a importância de Aura e do ARTPOP, mas do pop como um todo. O pop é um transformador de ritmos. Nele, é possível encontrar elementos do punk, da música clássica, dos ritmos latinos e mais uma infinidade de instrumentos e combinações. Ele acaba se tornando uma mistura de tudo. Sua função é tornar “escutável” cada um desses elementos, fazer com que qualquer um se identifique com um instrumento, mesmo que esse não seja do seu conhecimento. Ele não se propõe a perpetuar uma tradição ou inventar algo completamente novo, mas, sim, transformar o que já existe. O fato de ser altamente comercializado não diminui sua importância – aliás, a aumenta. A acessibilidade musical que ele propõe torna-o propagador de ideias. Por agregar tantos ritmos e estilos, pode também trazer uma variedade de assuntos nas suas letras.


Isso, Lady Gaga faz com maestria, especialmente em Aura. Incorporar elementos musicais diferentes – um instrumento de corda com ares latinos e a música eletrônica – e iniciar o debate sobre o feminismo revelam-se como a intenção da música. A cantora criou um grito de guerra. O final é marcante. A voz robótica diz “Art. Pop.” É como se Lady Gaga dissesse: “Isso tudo é arte e pop ao mesmo tempo. Se você continuar escutando, é mais disso que você vai ouvir”.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

É mentira?

A mentira
que vira
a esquina
tem perna curta
e furta
a verdade
se camufla
assusta
transmuta
em uma moça
de perna longa
e alta.
Ninguém sente falta
da verdade como ela é.
Falta alma na mentira.
A verdade pede calma.
Quando ela vem à tona
salta
aos olhos de quem acreditava
na mentira
que se vira
e dá as costas.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Heartstrings - Leighton Meester



Nem dei muita atenção para a Leighton Meester quando o CD dela caiu na internet. Pelas descrições dos blogs de música pop, vi que Leighton tinha deixado a farofa de lado e entrado de cabeça na música independente e conceitual, o que me desanimou um pouco. Mas um amigo me convenceu a escutar Heartstrings – o CD – e resolvi dar uma chance.

Com apenas nove faixas, Heartstrings parece a trilha sonora de um filme de romance. Mas não qualquer filme de romance produzido com a intenção de faturar muito. Aquele filme que estreia em festivais europeus e ganha prêmios, aquele que só não te faz querer viver dentro dele porque os protagonistas passam por muitas dificuldades.

Leighton lembra Taylor Swift no início da carreira em diversas faixas. Em Good For One Thing, Run Away e On My Side quase dá para escutar a voz da Taylor de tão parecidas com seu antigo estilo. O estranho é que eu nunca gostei muito do country pop da Taylor, mas nessas faixas Leighton conseguiu me conquistar. Acho que é porque elas soam mais adultas do que as músicas da Taylor – tanto na sonoridade quanto nas letras.

O destaque vai para a faixa-título. A canção é sobre ficar sozinha depois de ter ficado com aquela pessoa que deixa a gente meio sei lá, meio não sei o que, meio mais ou menos. É para ouvir de coração aberto.

Se o álbum fosse feito no Brasil, seria uma mistura de Marjorie Estiano com Marisa Monte. Conheço as músicas da Marisa da minha infância, quando meus pais colocavam para tocar no carro quando a gente viajava. É uma lembrança antiga e eu não acompanho a carreira dela, então estou correndo o risco de ter falado uma grande besteira.


Fico feliz que a Leighton tenha seguido por esse lado. De vez em quando precisamos ouvir algo que não seja feito exclusivamente para ser vendido. É legal ver uma cantora fazendo algo que ela simplesmente teve vontade, foi lá e fez. O álbum é relaxante, fofo e romântico e eu agradeço ao Augusto por não ter deixado eu viver sem ouvi-lo.

domingo, 16 de novembro de 2014

Estou esperando

O verão chegar. Pra passar os finais de semana no clube tomando sorvete.



O dia 10 de dezembro. É o dia em que oficialmente se encerram todas as minhas atividades na faculdade, com a apresentação da minha monografia.



O dia em que eu vou parar de ouvir que fulano brigou com fulano por causa de política.




O ano novo. Adoro coisas novas. Adoro mudança.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Shows internacionais no Brasil: tem Miley Cyrus e Arctic Monkeys!

Tá ligada nos shows que vão ter no segundo semestre por aqui? Não? Chega mais que eu conto tudo!

Miley Cyrus


Quando: 26 e 28 de setembro
Onde: Rio de Janeiro e São Paulo


Foi um choque ver a mudança da Miley de estrela infantil pra aloprada-da-bola-de-demolição. Muita gente criticou, xingou, reprovou. Mas Miley conseguiu três hits seguidos: We Can’t Stop, Wrecking Ball e Adore You. Pra mim, Bangerz foi um dos álbuns pop de mais destaque do ano passado porque não se entregou ao pop farofa. Ela surpreendeu todo mundo não só com a nova atitude e novo visual, mas com originalidade na sua música. E a turnê de divulgação do CD não poderia ser menos fantástica! Eu já comprei meu ingresso. :)

Arctic Monkeys


Quando: 14 e 15 de novembro
Onde: Rio de Janeiro e São Paulo


Descobri o Arctic Monkeys em 2011 quando eu tentava conhecer novos estilos além do pop. De lá pra cá, AM se tornou a minha banda preferida. Todas as músicas deles são perfeitas em todos os aspectos e detalhes. Sou suspeita pra falar porque eu sou muito fã. E também quem não quer ver Alex Gostosura-Em-Forma-De-Pessoa Turner ao vivo? Eu quero! Também já comprei meu ingresso, depois de muito sofrimento.


Queens Of The Stone Age


Quando: 25 e 27 de setembro
Onde: São Paulo e Porto Alegre


Não costumo ouvir Queens Of The Stone Age, mas o pouco conhecimento que eu tenho sobre a banda me provou que eles são feras! Josh Homme, o vocalista, inclusive já colaborou com o Arctic Monkeys no álbum Humbug, um dos mais comentados e amados tanto pela crítica quanto pelos fãs. Dave Grohl também já foi baterista no QotSA por um tempo. E aí, não dá pra perder né?


30 Seconds To Mars


Quando: 16, 18, 19 e 20 de outubro
Onde: Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília


Jared Leto. Ponto final. O cara arrasa tanto nos palcos e na telona. Quem não vai querer assistir esse show, minha gente? A turnê de divulgação do último álbum deles, lançado ano passado, o Love, Lust, Faith and Dreams, passa por aqui em outubro e eles vão fazer nada menos que quatro shows na nossa terra (sendo que dois deles são no Rio)! Isso é que é amor pelos fãs brasileiros. <3


Capital Cities


Quando: 2 de dezembro
Onde: São Paulo


Capital Cities é uma banda nova nas nossas vidas. Seu EP de estreia foi lançado em 2011 e foi aí que eles começaram a conquistar os nossos corações. O som deles mistura pop, eletrônico e alguns elementos experimentais. Todo mundo ama Kangaroo Court, mas eu sou apaixonada de verdade por Farrah Fawcett Hair. Infelizmente eles só vão fazer um show por aqui. Vamos torcer pra eles voltarem sempre, são super bem-vindos!

O segundo semestre está recheado de shows! Além desses, ainda tem Linkin Park, Paramore, Fifth Harmony e outras bandas, que vão se apresentar em festivais pelo Brasil.

Os ingressos do show que eu queria ir esgotaram! Socorro!

Calma, baby! Se o show que você queria muito ir está com os ingressos esgotados, não fica triste! O site Comprei e Não Vou ajuda quem não chegou a tempo na hora da compra ou quem decidiu depois que queria ir no show.

Outra dica legal é participar de grupos da banda ou do artista no Facebook. Sempre tem gente vendendo!

+ Música: Last.fm | Pinterest


E aí, ficou animado pra algum show? Já comprou ingresso pra algum? Fala aí nos comentários! 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Playlist #03: Músicas com vibe feminista

Hard Out Here – Lily Allen



Aqui tá difícil pra uma vadia, viu. A música da Lily Allen é um grito feminista. Ela quer abrir o olho de todo mundo que está de braços cruzados, vendo que o papel da mulher na sociedade mudou e está na hora de a gente mudar nosso pensamento.



City Grrrl – CSS




City Grrrl não é bem uma música com temática feminista, mas fala sobre liberdade, sonhos e não dar a mínima pra nada nem ninguém. “Eu queria pintar meu cabelo de rosa, passar batom preto e ninguém ia dar a mínima. Shorts curtos, saias curtas, blusas florais, camisas jeans. Na cidade grande, nada te machuca”.



Bo$$ - Fifth Harmony



A letra de Bo$$ mostra que as mulheres também sabem ser chefes – muito boas, diga-se de passagem. Independência e confiança, esse é o lema das Fifth Harmony.



Do What U Want – Lady Gaga



Apesar de ser uma música com temática sexual, Gaga canta sobre a liberdade feminina. “Você não pode parar a minha voz porque você não é dono da minha vida”. Gaga está mais que certa!



Salute – Little Mix



“Você acha que nós somos só coisas bonitas. Você não poderia estar mais errado”. Além de serem estilosas e super talentosas, as meninas do Little Mix resolveram passar uma mensagem bem legal com Salute. Attention!



E aí, já conhecia todas as músicas? Conhecia a letra delas? Tá escutando alguma com uma mensagem parecida? Comenta aí! Beijos <3

5 Programas que marcaram a minha vida

Essa semana eu descobri o Rotaroots, um projeto muito bacana que ajuda blogs e blogueiros a resgatarem o que a blogosfera tinha e tem de mais legal, sem frescura. Há um tempo ando querendo retomar o Eu, Démodé e eu só precisava de empurrãozinho. Conheci o Rotaroots através de um tweet de alguma blogueira que eu sigo (que eu não lembro exatamente qual). E é claro que eu decidi participar!

A tag 5 programas que marcaram a minha vida é uma das sugestões do mês de agosto porque no dia 11 é o Dia da Televisão. Então vem comigo! :)

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Galera, escrever esse post vai ser mucho loco. Já tô morrendo com as lembranças. Vem lembrar dessas maravilhas da TV brasileira comigo e depois correr pro YouTube pra matar a saudade!

1) Disney CRUJ


Quando eu era criança eu ia muito pra casa da minha avó Vanda. Eu adorava ficar lá porque eu amava a companhia dela, da tia Ré e do tio Bebel, que moravam na mesma casa lá em Leopoldina. Como lá era muito quente, a gente fazia chup-chup (ou sacolé, dependendo da sua região) e comia o dia inteiro. No final da tarde, eu e minha avó assistíamos Disney CRUJ e eu lembro dela falando que achava os personagens super bobos. “Eu não sei como você assiste isso!” Hahaha.

2) Castelo Rá Tim Bum


Sem dúvida, um dos melhores programas infantis brasileiros. Os episódios que eu mais gostava eram os que tinham a Penélope, a minha personagem favorita, e quando o ratinho tomava banho.

3) Interligado Games


Eu sempre adorei programas de games, tipo Xuxa Park e Vídeo Show. Quem apresentava o Interligado Games na época que eu assistia era a Fabiana Saba, que eu achava linda e queria ser ela. (Eu ainda não tô acreditando que eu desenterrei esse programa!)

4) Eliana e Alegria


Esse era sensacional! Eu já era uma criança um pouco crescida. Eu estudava de manhã e de tarde a única coisa que eu fazia era assistir TV. Eliana e Alegria tinha uma parte de games também e o que eu mais gostava era aquele que o participante tinha que ficar numa cabine, sem escutar e sem ver nada, e responder se ela queria ou não ganhar vários brinquedos. Dava muito nervoso! Meu sonho era um dia ir na plateia do programa.

5) Cobras e Lagartos



Por fim, uma novela das sete, porque elas são as melhores! Cobras e Lagartos tinha as lindas Mariana Ximenes e Taís Araújo, o Daniel de Oliveira (que eu secretamente nutria uma paixão platônica), o Lázaro Ramos, a Cléo Pires... Só gente legal! E o bordão que eu nunca vou esquecer: Luxus, eu tenho, você não tem.

Foi muito legal relembrar esse programas! Deu muita saudade! E você? Curtia os mesmos programas? Comenta aí! <3

terça-feira, 1 de julho de 2014

LPP #001 - Miley Cyrus



Looks Perfeitamente Possíveis é uma coluna pra mostrar looks usados pelas celebrities e pelas blogueiras que a gente ama, que são perfeitamente possíveis (oh!) de serem usados por nós no dia-a-dia. Cansei de ver looks cheio de coisas, com peças loucas e composições malucas que não nos levam a lugar algum a não ser o eterno pensamento “eu nunca vou poder comprar essa roupa”.

Sempre gostei do estilo do Miley, que é bem despojado e com algumas referências hipsters e punks. Além disso, nos últimos tempos estamos vendo que a Miley don’t give a fuck para o que pensam dela, então é um bom estilo pra pegar referências.


Vestidinho preto + Camisa xadrez


O vestido preto é uma peça-chave no guarda-roupa de qualquer garota. Nesse caso ele pode ser substituído por qualquer modelo que não seja muito rodado, pra não entrar em conflito com a camisa xadrez que já é mais larguinha. No meu caso, eu não tenho vestido preto (sério, preciso de um pra já!) então eu fiz essa combinação blusa preta + saia preta.


Short desfiado + Top brilhoso


O shortinho pode ser qualquer um jeans com uma lavagem mais escura, caso você não tenha um exatamente preto, como é o meu caso. Esse da foto era uma bermuda e a minha mãe me ajudou a transformá-lo em um short mais moderninho. Na parte de cima, se jogue no brilho!


Short de cintura alta + Jaqueta de couro + Bota de cano curto


O look todo é um luxo, mas o que eu achei o tchan foi essa botinha de cano curto. Eu amo botas! O único problema é que nas estações mais frias elas ficam bem caras e é difícil encontrar um modelo que realmente agrade. O jeito é pesquisar muito e encontrar uma que realmente valha a pena o preço. Minha próxima aquisição vai ser uma de cano curto com salto!

domingo, 29 de junho de 2014

A vida dela



A vida dela é só dela
Não é de mais ninguém
Da vida dela quem cuida é ela
Da minha vida quem cuida sou eu
Do mesmo modo que cada um cuida da sua.
Sem querer parecer arrogante
Mas a vida é dela
Deixa ela
Fazer o que ela quiser
Sem ter que pedir permissão
Pra mim ou pra você
Porque a vida dela é dela
E se você tentar interromper
Ela vai ser obrigada a te dizer
(De modo rude, diga-se de passagem)
Que aquela é a vida dela
Só dela e de mais ninguém
Quem se atrever a ultrapassar o muro
Da vida dela
Vai ter que se ver com ela
Porque quem cuida da vida dela é ela.
E mais ninguém.
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